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Quem somos

Uma equipa dedicada à regeneração de ecossistemas

A nossa história

Começámos em 2018 com um projeto piloto numa área degradada no Alentejo. Não tínhamos investidores. Tínhamos um biólogo, um engenheiro florestal e uma convicção: era possível restaurar terrenos sem recorrer a espécies exóticas.

Passámos dois anos a mapear espécies nativas, a testar métodos de plantio e a medir taxas de sobrevivência. Os resultados surpreenderam-nos. As plantas autóctones não só cresciam melhor, como atraíam fauna que há décadas não era vista na região.

Hoje trabalhamos em várias regiões de Portugal. Cada projeto é diferente. Cada terreno tem as suas particularidades. Não aplicamos modelos estandardizados.

Cascata natural em ambiente selvagem

Princípios orientadores

Evidência local

Baseamos decisões em observação direta e conhecimento de espécies nativas da região específica.

Tempo necessário

Respeitamos os ciclos naturais. Não forçamos crescimento acelerado que comprometa a resiliência do ecossistema.

Transparência total

Partilhamos dados, metodologias e resultados. Não escondemos insucessos. Aprendemos com eles.

Autonomia local

Capacitamos proprietários e comunidades para manterem as intervenções sem dependência externa permanente.

Paisagem desértica com formações rochosas

Equipa multidisciplinar

Trabalhamos com biólogos, engenheiros florestais, especialistas em solos e técnicos de conservação. Cada projeto envolve colaboradores com conhecimento específico da área geográfica em causa.

Não mantemos uma hierarquia rígida. O técnico que conhece as plantas da Serra da Estrela tem autoridade sobre o biólogo que vem de fora. Valorizamos experiência empírica tanto quanto formação académica.

Como trabalhamos

Cada intervenção começa com visitas ao terreno. Observamos padrões de erosão, pontos de acumulação de água, áreas onde a vegetação já resiste. Falamos com pessoas que conhecem o local há décadas.

Depois criamos um plano específico. Não há dois planos iguais. As espécies escolhidas, o calendário de plantio e as técnicas de preparação do solo variam conforme o contexto.

Monitorizamos regularmente. Ajustamos a estratégia quando necessário. Se uma espécie não está a adaptar-se, procuramos alternativas. Se surgem plantas espontâneas benéficas, integramo-las no plano.